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quinta-feira, 25 de março de 2010

ANUNCIAÇÃO DO SENHOR



25 de Março
                                                                            Lc.1,26-38
A exatos nove meses antes do Natal, celebramos hoje a solenidade da Anunciação do anjo à Virgem Maria e a Encarnação do Verbo. Com o evangelista nós podemos dizer: “o verbo se fez carne e veio habitar entre nós”.

A Virgem ofereceu-se inteiramente a Deus, e nós queremos, no dia de hoje, agradecer-lhe imensamente o seu sim. Nós nunca seremos suficientemente gratos àquela que hoje se autodenominou a Serva do Senhor. É evidente que Deus não realizaria o seu plano de salvação do gênero humano sem o consentimento de alguém, no caso sem o consentimento de Nossa Senhora.
         Dias atrás celebramos e comemoramos o consentimento de São José, hoje, o Consentimento da Virgem. Ela não conhecia o futuro. Deus não lhe revelou com pormenores o que aconteceria com aquele filho que ela concebia no próprio seio pela ação do Espírito Santo.
       O futuro lhe era tão impreciso e incerto como para nós. Ela também teve que viver mergulhada na Fé. Ela teve também que ser Virgem fiel. Viveu certamente momentos decisivos e cheios de alegria - como estes mistérios gozosos que nós acostumamos celebrar na recitação do nosso terço. Porém, ela também foi chamada por Deus a viver com intensidade e a aplicar o seu sim a situações as mais adversas de Jesus - sobretudo a sua Paixão, Morte e Ressurreição. Deus, hoje, lhe pediu inicialmente um sim, pediu que ela Lhe abrisse as portas do Corpo e do Coração, sem lhe revelar exatamente o futuro.
          A nós também Deus pede a mesma disponibilidade que pediu a Nossa Senhora. Deus pede que também nós repitamos a Ele com o fervor da Virgem: eis o servo, eis o escravo, eis a escrava do Senhor faça-se em mim - que Ele faça em mim - o que for do Seu agrado, e não faremos esta Oração de maneira designada, como se Deus pudesse querer algo de ruim ou prejudicial para nós.
            Deus quer para nós o Sumo Bem, o melhor de todos os bens, mas, às vezes, leva-nos a este alcance por caminhos que são não só desconhecidos, mas também desconcertantes. É preciso que o nosso sim seja radical e que o nossa confiança em Suas mãos seja absoluta e sem retorno.

No final nós saborearemos e saberemos o quão bom  terá sido conosco ao longo da nossa Vida o nosso Deus.   (*)

c / f Padre Fernando C. Cardoso

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