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quarta-feira, 30 de junho de 2010

NINGUÉM SE COLOQUE DIANTE DE DEUS SEM DETESTAR SUA MISÉRIA.


Am.5,14-15.2124
Mt.8,28-34


Há espíritos extremamente críticos que pretendem ver nos antigos Profetas de Israel os predecessores distantes no tempo de uma completa abolição do culto litúrgico a Deus. Escrevem, ou dizem, que entre uma liturgia e uma vida moral e ética condizente com os Mandamentos, Deus prefere resolutamente a segunda alternativa.
 É uma meia verdade, mas as meias verdades são tão perniciosas quanto maior o núcleo de veracidade que encerram. É certo afirmar que Deus rejeita um culto mentiroso, feito apenas de amostras, de superficialidades, um culto que se reduz a belos cantos e cerimônias muito bem ensaiadas, sem que delas participe o Coração.

Deus quer o homem todo inteiro para Si, porém quando se pratica os Mandamentos, se vive na amizade com Deus, se procura agradar a Deus na vida social e no relacionamento dinâmico com os irmãos, Deus não rejeita o nosso culto.

É preciso fazer distinção entre esse Culto e o culto aparente, superficial, que não é a expressão de um Coração totalmente a Ele consagrado. Nós todos, de diversas maneiras, procuramos a Deus através da nossa participação na Eucaristia e da nossa Oração. Participamos de ações litúrgicas e vivemos o ano Litúrgico.

Nada disto é contrário a Deus, desde que toda esta participação seja íntegra e provenha de um Coração puro e transparente. Nada disto é reprovável, desde que a vida moral e ética não seja objeto de censura.

O que Deus detesta é o divórcio entre a moral - ou a ética pessoal e social - e a Vida litúrgica. Porém, quando tudo vai bem e quando estas duas realidades se associam harmonicamente dentro de um Coração, este culto que oferecemos no Espírito Santo, através de Jesus Cristo, é um culto agradável aos Seus olhos.

Examine-se bem antes de iniciar um ato litúrgico qualquer. É por este motivo que a Igreja convida seus filhos a um ato penitencial comunitário antes de se iniciar a celebração propriamente dita.

Ninguém pode se colocar diante de Deus, sem se recordar de sua miséria e de sua indignidade, sem se arrepender do mal com que ofende a Deus. (*)

c / f Padre Fernando C. Cardoso

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