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O Tempo nos conduz a Deus

terça-feira, 29 de junho de 2010

DEUS NÃO ACEITA, AO MESMO TEMPO, O DESRESPEITO E O LOVOR AO SEU SANTO NOME.


13ª SEMANA T. COMUM
 Am.3,1-8;4,11-12
O profeta Amós hoje faz uma afirmação elogiosa a Israel: “Dentre todos os povos da terra, Deus os escolhera como o Seu Povo particularmente devotado”. No entanto, tira desta afirmação uma conclusão surpreendente e inesperada: assim como foram o Povo mais querido da face da Terra, assim como aqueles israelitas gozaram dos privilégios de Deus, serão os primeiros a experimentar a Sua severidade, porque Ele não aceita a escolha do culto e ao mesmo tempo da iniqüidade, sobretudo quando se trata de injustiça social.

Divórcio entre culto e Vida social não é uma realidade apenas da época profética ou bíblica. Este divórcio entre culto e vida ética ou moral acontece nos dias de hoje também. Todos aqueles que pretendem cultuar a Deus de alguma maneira, como na Eucaristia dominical, mas não observam os Seus mandamentos, separam o culto da própria vida. Afirmam que uma coisa é o louvor a Deus, outra coisa são os negócios - Deus não os aceita, Ele os rejeita. Ele os rejeita uma vez mais porque este é um culto mentiroso, esta é, efetivamente, uma tentativa de suborno a Deus. Roubar, oprimir, matar, desrespeitar e depois vir oferecer o louvor a Deus, o culto esmerado da Eucaristia, é uma tentativa de suborno, é querer oferecer a Deus um falso presente.

Existem, lamentavelmente, dentro do Cristianismo, pessoas que não percebem o abismo entre sua Vida moral e sua Vida religiosa, e pessoas que se apresentam diante de Deus despudoradamente, pessoas que estariam mais bem vistas fora da Igreja, do que dentro dela.

Por exemplo, os mafiosos e os chefes de cartéis de tráfico de drogas que, de quando em quando, oferecem generosamente presentes à Igreja. Ela deve resolutamente rejeitar todo este tipo de presente e, sobretudo, este tipo de compromisso, porque estas pessoas são detestadas por Deus, enquanto persistirem neste divórcio e não buscarem sinceramente uma conversão do Coração.

Deus as rejeita do modo mais radical possível.(*)
c / f Padre Fernando C. Cardoso

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